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Título: Cuidados de enfermagem ao recém-nascido sob oxigenoterapia: óculos nasais e incubadora
Autor: Brantes, A
Antunes, L
Palavras-chave: Recém-nascido
Oxigenoterapia
Cuidados de enfermagem
Data: 2013
Editora: Associação Portuguesa de Enfermagem Pediátrica e Neonatal
Citação: ENCONTRO NACIONAL DE ENFERMAGEM PEDIÁTRICA E NEONATAL, 6, Coimbra, 26 de Outubro de 2013
Resumo: Introdução: A importância do tema, a oxigenoterapia no recém-nascido (RN), prende-se com a utilização cada vez mais frequente do oxigénio (O2) nas unidades de cuidados intensivos e intermédios de neonatologia. A par com o desenvolvimento de novos dispositivos de administração de oxigénio existe a preocupação da morbilidade e mortalidade, pela sobrevivência de prematuros com idades gestacionais cada vez menores. O oxigénio, por si só, é um medicamento e o seu uso banalizado e indevido tem efeitos secundários e complicações que importam esclarecer, especialmente para os recém-nascidos prematuros. Apesar das inovações cientifico-tecnológicas, nem sempre a utilização do material é a correcta, sujeitando o recém-nascido (prematuro (Pt) ou doente) a exposições elevadas de oxigénio e/ou dispositivos inadequados para a sua situação clínica, minorando o efeito da oxigenoterapia e prolongando o seu tratamento. Objectivos: -Uniformizar os cuidados de enfermagem -Justificar o uso dos diversos dispositivos -Adequar o uso do oxigénio às necessidades do recém-nascido Métodos: pesquisa bibliográfica em bases de dados como a Medline e a Pubmed. Resultados: A administração de oxigénio nos recém-nascidos requer uma selecção dos dispositivos de administração de oxigénio de acordo com o peso, necessidades e os objectivos da administração. Durante a administração do oxigénio, independentemente do dispositivo utilizado, tem de se ter vários cuidados uma vez que, como qualquer terapêutica, esta também acarreta efeitos colaterais se administrada de forma incorrecta e indiscriminada. Nas unidades de neonatologia os dispositivos mais utilizados são os óculos nasais e a administração de O2 na incubadora. Estes implicam cuidados especializados não só para prevenir efeitos secundários como a retinopatia da prematuridade (ROP) e o stress oxidativo, mas também na prevenção das infecções, uma vez que estas representam uma das principais causas de morbilidade e mortalidade no período neonatal. Cada vez mais é peremptório cuidados de enfermagem diferenciados, adequados e individualizados ao RN no período neonatal. Conclusões: De acordo com a literatura consultada, ainda não há um consenso relativamente às concentrações de O2 a administrar e consequências das mesmas. É por isso imperativo que o enfermeiro conheça os cuidados gerais na oxigenoterapia mas também as especificidades de cada dispositivo utilizado neste período de vida concreto (Neonatal). É necessária a consciência que o oxigénio é um medicamento e como tal tem efeitos secundários, que poderão ser irreversíveis.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.10/1012
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