Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.10/1229
Título: Empatia: ferramenta pró-social explorada num grupo terapêutico
Outros títulos: Empathy: a prosocial tool explored in a therapeutic group
Autor: Graça, J
Palma, M
Mendonça, C
Cargaleiro, I
Melo, J
Palavras-chave: Empatia
Comportamento social
Psicoterapia
Data: 2013
Editora: Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.E.
Citação: Psilogos. 2013; 11(2): 57-69
Resumo: Introdução: A empatia é um conceito multi- dimensional que engloba a capacidade de in- ferir um estado emocional e responder a emo- ções vivenciadas pelo outro, podendo ser assim categorizada em empatia cognitiva e emocional. É uma capacidade que se desenvolve pre- cocemente através, sobretudo, da interação com as figuras parentais. Não é exclusiva dos seres humanos e tem sido conservada evolutivamente, constituindo a base da moralidade, da socialização e do pacifismo. A desregulação empática, que pode ser avaliada psicometricamente, ocorre em perturbações mentais como a esquizofrenia, a perturbação afetiva, as perturbações de personalidade, entre outras. Métodos: Trata-se de um estudo exploratório prospetivo longitudinal que pretende avaliar a evolução da empatia, medida pelo Quociente de empatia, aos 0 meses e aos 9 meses e, secundariamente, a evolução desta em subgrupos demográficos e nosológicos. Foi utilizada uma amostra de conveniência de 22 doentes que frequentaram o Hospital de Dia do Serviço de Psiquiatria do Hos- pital Prof. Doutor Fernando Fonseca, EPE, entre setembro de 2011 e junho de 2012. No Hospital de Dia, para além das atividades regulares, foi desenvolvida a atividade terapêutica “Empatias” que consistiu no desenvolvimento de relações diádicas promotoras de empatia e num grupo te- rapêutico quinzenal com enfoque na tomada de perspetiva. Para a análise estatística foi utilizado o teste T-Student e o ANOVA. Resultados e Discussão: Não se encontraram diferenças significativas entre o QE aos 0 me- ses e aos 9 meses (QE=39,2 vs QE=39,7 pontos, respetivamente, p=0,813), tendo-se verificado uma estabilidade do traço empático medido através do QE nesta população. No entanto exis- tem algumas limitações, como a existência de fatores confundentes, o tempo curto de obser- vação e a ausência de validação da escala psico- métrica para a população portuguesa. Conclusão: Nesta população de doentes com perturbação mental compensada que frequen- taram o Hospital de Dia o traço empático mos- trou estabilidade longitudinal. A investigação na área da empatia é ainda exploratória e este estudo pretende ser um contributo para a ava- liação longitudinal da empatia, tendo em conta o papel desta na perturbação mental
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.10/1229
ISSN: 2182-3146
Versão do Editor: http://revistas.rcaap.pt/psilogos/article/view/4105/3076#
Aparece nas colecções:Psilogos Vol.11 Nº2 (Dez 2013)

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