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Título: Ventilação não invasiva na insuficiência respiratória aguda na bronquiolite por vírus sincicial respiratório
Outros títulos: Noninvasive ventilation in acute respiratory failure from respiratory syncytial virus bronchiolitis
Autor: Nizarali, Z
Cabral, M
Silvestre, C
Abadesso, C
Nunes, P
Loureiro, H
Almeida, HI
Palavras-chave: Criança
Bronquiolite
Vírus sincial respiratório
Ventilação não invasiva
Data: 2012
Editora: Associação de Medicina Intensiva Brasileira
Citação: Rev Bras Ter Intensiva. 2012 Dec;24(4):375-380
Resumo: Objetivos: Analisar se a ventilação não invasiva diminui a necessidade de intubação endotraqueal e se alterou a evolução clínica, relativamente a com- plicações infecciosas, da bronquiolite por vírus sincicial respiratório com insu- ficiência respiratória. Metodos: Estudo retrospectivo de coortes: cohorte A, de crianças interna- das na unidade de cuidados intensivos e especiais pediátrica antes da introdução da ventilação não invasiva (2003-2005); cohorte B, de crianças internadas após a introdução de ventilação não invasiva (2006-2008). Excluindo a ventilação não invasiva, a terapêutica de suporte foi igual nos dois grupos. Foram incluídas crianças com o diagnóstico de bronquiolite por vírus sincicial respiratório e insuficiência respiratória entre novembro 2003 e mar- ço 2008. Analisaram-se variáveis demo- gráficas, clínicas e gasimétricas. Resultados: Incluídas 162 crianças, 75% com idade <3 meses. Grupo A: 64 crianças; Grupo B: 98 (34 necessitaram de ventilação não invasiva). Ambos os grupos apresentaram distribuição seme- lhante relativamente à idade, anteceden- tes de prematuridade, cardiopatia congé- nita, paralisia cerebral e doença pulmo- nar crónica. Na admissão, os valores da gasimetria e o número de apneias não apresentaram diferenças estaticamente significativas nos dois grupos. No Grupo B, o número de crianças que necessitou de ventilação invasiva foi menor (Gru- po A: 12 versus Grupo B: 7; p=0,02), verificando-se uma diminuição do nú - mero de casos de pneumonia bacteriana (Grupo A:19/64 versus Grupo B:12/98; p=0,008). Não se registou mortalidade. Conclusão: Neste trabalho, compa- rando crianças com a mesma patologia, antes e depois da introdução de ventila- ção não invasiva como apoio ventilatório inicial, verificou-se diminuição das com - plicações infecciosas e da necessidade de entubação.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.10/1447
ISSN: 1982-4335
Versão do Editor: http://www.scielo.br/pdf/rbti/v24n4/a14v24n4.pdf
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