Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.10/1546
Título: Trabeculectomia modificada (Moorfields Safer Surgery - MSS): estudo da estabilidade do segmento anterior com pentacam
Autor: Santos, C
Vaz, F
Ramalho, M
Pedrosa, C
Coutinho, I
Mota, M
Lisboa, M
Kaku, P
Melo, A
Palavras-chave: Glaucoma
Trabeculectomia
Procedimentos cirúrgicos oftalmológicos
Técnicas de sutura
Data: 2015
Editora: Sociedade Portuguesa de Oftalmologia
Citação: Oftalmologia. 2015 Jan-Mar; 39(1): 31-35
Resumo: Objetivo: Estudar eventuais alterações na câmara anterior (CA) objectivadas com câmara de Scheimpflug (Oculus – Pentacam®) por comparação do olho a ser operado e/ou adelfo com as alterações obtidas no pós-operatório precoce após a realização de trabeculectomia segundo uma técnica modificada – Moorfields Safer Surgery (Trab MSS). Métodos: Trab MSS – Realizou-se trabeculectomia com flap conjuntival de base fórnix, dissecção da conjuntiva alargada, área de aplicação de mitomicina extensa, utilização de estabilizador de CA com infusão contínua de solução salina equilibrada (BSS), esclerostomia padronizada com punch e combinação de suturas fixas e ajustáveis/removíveis, em 12 olhos de 12 doentes consecutivos. As principais variáveis avaliadas antes da cirurgia e no dia 1 (D1), semana 1 (S1) e mês 1 (M1) foram: pressão intraocular (PIO), volume da câmara anterior (VCA) e profundidade da câmara anterior(PCA). Fatores de exclusão: cirurgia prévia da catarata ou glaucoma, anisometropias superiores a 1,00 dioptria (D) e erro refractivo superior a -5,00 ou + 4,00D de esfera ou 2,00D de cilindro. Resultados: A PIO pré-operatória foi de 31,3+7,27mmHg, 7, 6+2,8mmHg em D1, 7, 9+1,6mmHg em S1, e 12,2+3,0mmHg em M1. As diferenças encontradas em relação ao VCA pré-operatório foram: 18,0+8,72mm3 (11,93% p=0,065) em D1, 18,71+3,8mm3 (11,44%, p=0,003) em S1, 1,2+7,6mm3 (0,74%, p=0,879) em M1. Em relação à PCA: 0,17+0,3mm (6,01%, p=0,622) em D1, 0,15+0,17mm (5,15%, p=0,41) em S1, e 0,03+0,3mm (0,74%, p=0,915) em M1. Conclusões: Os resultados obtidos neste estudo indicam que a Trab MSS está associada a pequenas variações dos parâmetros do segmento anterior, e que consequentemente esta técnica está associada a uma relativa estabilidade do mesmo. Tal facto parece conferir a esta técnica um melhor perfil de segurança quando comparada com a trabeculectomia convencional.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.10/1546
ISSN: 1646-6950
Versão do Editor: http://www.spoftalmologia.pt/wp-content/uploads/revista_n1_2015/index.html#30
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