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Título: Colesteatoma em idade pediátrica: análise retrospectiva de 12 anos de experiência do Hospital Fernando Fonseca
Outros títulos: Pediatric cholesteatoma: 12-year retrospective analysis of Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca´s experience
Autor: Durão, C
Costa, E
Soares, M
Mota, S
Guimarães, A
Leandro, JP
Veiga, G
Palavras-chave: Colesteatoma
Criança
Procedimentos cirúrgicos otorrinolaringológicos
Data: 2014
Editora: Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial
Citação: Rev Port Otorrinol Cirur Cerv Fac. 2014 Mar;52(2):77-82
Resumo: Objectivo: revisão de casos de colesteatoma em idade pediátrica do HFF durante um período de 12 anos. Desenho do estudo: retrospectivo. Material e métodos: análise de 30 casos de cirurgia para colesteatoma em doentes dos 0 - 18 anos de Janeiro de 2000 a Dezembro de 2011. Resultados: o colesteatoma inicial foi extenso na maioria dos casos. Realizou-se mastoidectomia com técnica aberta (66,7%), mastoidectomia com técnica fechada (26,7%), aticomia transmeática (3,3%) e remoção de colesteatoma da membrana timpânica (3,3%). O GAP pós-operatório médio foi de 22,5 dB, com GAP 0-10dB em 16,7%, GAP 11-20dB em 10%, GAP 21-30 dB em 30%, mais de 30dB em 16,7% e desconhecido em 26,7%. A taxa de recorrência de colesteatoma foi de 23,3% Conclusões: Na nossa amostra o colesteatoma foi extenso e agressivo. Realizámos mastoidectomia com técnica aberta na maioria dos casos. Para obter bons resultados a abordagem deverá ser individualizada, atendendo a factores clínicos, anatómicos e capacidade de adesão à terapêutica.
Objective: To review cases of cholesteatoma in pediatric age HFF during a period of 12 years. Study design: Retrospective review. Material and methods: Analysis of 30 cases of children undergoing surgical intervention for cholesteatoma from January 2000 to December 2011.Results: At presentation, cholesteatoma was extensive in most cases. These children were managed with open technique mastoidectomy (66.7%), closed technique mastoidectomy (26.7%), transmeatal atticotomy (3.3%) and cholesteatoma removal from tympanic membrane (3.3%). The mean postoperative air-bone GAP was 22.5 dB. Postoperative air-bone GAP distributed as follows: 16,7% of children had 0-10dB GAP, 10% of chlidren had a 11-20dB GAP, 30% of children had a GAP 21-30 dB in 30%, and 16.7% had a more than 30 dB GAP. The auditory results were unknown in 26.7% of cases. The recurrence rate of cholesteatoma was 23.3% Conclusions: In our study, cholesteatoma was extensive and aggressive. Most children were managed with open technique. For good results the approach should be individualized, taking into account clinical, anatomical and social factors.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.10/1651
ISSN: 0873-3864
Versão do Editor: file://u_share/users/arminda.m.sustelo/Downloads/459-924-1-SM.pdf
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