Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.10/559
Título: Imunoglobulina subcutânea: uma inovação de qualidade
Autor: Rodrigues, P
Figueiredo, C
Dantas, F
Palavras-chave: Síndromes de imunodeficiência
Imunoglobulina subcutânea
Cuidados de enfermagem
Data: 2011
Editora: Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.E.
Citação: JORNADAS DE ENFERMAGEM DO HOSPITAL PROF. DR. FERNANDO FONSECA, EPE, 3, Lisboa, 19 e 20 de Maio de 2011
Resumo: As doenças crónicas atingem hoje milhares de pessoas, de todas as faixas etárias, em todo o mundo. O início na infância pode representar um forte impacto em questões como o percurso escolar, a dinâmica familiar e a interacção social da criança. Muitas destas crianças resultarão em futuros cidadãos dependentes, incapazes de contribuir para a sociedade, representando assim uma fonte de despesa pública. A imunodeficiência primária é uma doença crónica que se manifesta durante a infância e, como a maioria das imunodeficiências, tem origem genética, manifestando-se clinicamente através de infecções repetidas, persistentes e provocadas na sua generalidade por agentes de baixa patogenicidade. O diagnóstico precoce permite o tratamento adequado, reduzindo significativamente a mortalidade e a morbilidade por infecções recorrentes. O tratamento consiste em sessões de terapia de reposição de anticorpos através da administração de gamaglobulina, cuja acção possibilita a diminuição da frequência e da severidade das infecções, prevenindo complicações e sequelas, assim como a necessidade de antibioterapia contínua e hospitalizações frequentes. O tratamento através da via endovenosa é realizado em Hospital de Dia de Pediatria, uma vez que exige uma vigilância contínua durante toda a perfusão, obrigando à deslocação da criança e dos seus cuidadores pelo menos uma vez por mês ao hospital, com um período médio de permanência de 4 a 6 horas. Apesar da realização do tratamento reduzir a taxa de internamentos, a frequente deslocação ao hospital resulta por vezes em elevados níveis de absentismo dos cuidadores e na diminuição do rendimento escolar, afectando assim a autonomia e a dinâmica familiar. Considerando o reflexo negativo descrito, em 2010 iniciou-se a administração da gamaglobulina por via subcutânea, processo que permite o ensino aos cuidadores para que estes possam realizar o tratamento no domicílio, com os consequentes ganhos em autonomia e qualidade de vida. Desta forma, permite-se a execução do tratamento de modo adaptado aos horários e às rotinas da família. O presente trabalho pretende descrever o processo inerente a esta nova modalidade de administração, bem como fornecer uma avaliação sobre o seu impacto.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.10/559
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