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Título: Oclusão da artéria central da retina e oxigenoterapia hiperbárica: a propósito de um caso clínico
Autor: Pina, S
Cavalheiro, D
Silva, F
Pereira, C
Santos, MJ
Pires, G
Teixeira, S
Palavras-chave: Oclusão da artéria da retina
Oxigenoterapia hiperbárica
Data: 2011
Editora: Pan-American Association of Ophthalmology
Citação: PAN-AMERICAN REGIONAL COURSE OF THE PAN-AMERICAN ASSOCIATION OF OPHTHALMOLOGY, 18, Estoril, 7-9 Abril 2011
Resumo: Introdução: A Oclusão da Artéria Central da Retina (OACR) constituí uma causa de diminuição súbita, indolor e profunda da acuidade visual. É uma emergência oftalmológica, no entanto, as opções terapêuticas são limitadas. A oxigenoterapia hiperbárica (OH) surge como uma opção terapêutica quando iniciada precocemente. Objectivo: Avaliar o resultado do tratamento de um doente com OACR submetido a oxigenoterapia hiperbárica (OH) instituída nas primeiras 24 horas. Metodos: Descrição de um caso clínico Doente, sexo feminino, 75 anos, com antecedentes pessoais de HTA e hipercolesterolémia, surge no serviço de urgência com quadro de OACR do OE com cerca de 4h de evolução, apresentando à entrada AV OD-0,5 (catarata nuclear) e OE-MM. Foi instituído de imediato tratamento com massagem ocular com lente de 3 espelhos e acetazolamida oral, tendo sido referenciada ao centro de Medicina Hiperbárica do Hospital da Marinha em Lisboa para início de OH. A primeira de 36 sessões teve início às 24h de evolução. Como exames complementares realizou Retinografia, Angiografia Fluoresceínica (AF) e OCT macular (à entrada e após término das 36 sessões), bem como estudo analítico e imagiológico para avaliação de patologia cardiovascular associada. A doente foi referenciada para consulta de Medicina Interna. Resultados: Apresentam-se os resultados funcionais e estruturais oftalmológicos na altura da apresentação, bem como durante e no final do tratamento de OH. Ocorreu uma melhoria da A.V do OE, desde MM na altura da apresentação para 3/10 após 20 sessões, resultado que se manteve no final das 36 sessões. Conclusão: Concluímos que, no caso clínico de OACR apresentado, a implementação precoce de OH contribuíu de forma importante para uma melhoria funcional significativa. A oxigenoterapia a altas pressões parece ser benéfica em situações de doença oclusiva arterial retiniana, possibilitando a oxigenação da retina através do leito coroideu, até que a recanalização espontânea ocorra. Assim, esta opção terapêutica deverá ser considerada, principalmente nos casos de apresentação precoce.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.10/810
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