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Obstipação crónica – Novos agentes farmacológicos

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REVISTA PORTUGUESA DE COLOPROCTOLOGIA 2016 13(2).pdf118.95 KBAdobe PDF Ver/Abrir

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Resumo(s)

A obstipação crónica idiopática (OCI), uma doença frequente no âmbito da gastrenterologia, tem sofrido grandes desenvolvimentos nos últimos anos no que diz respeito à sua abordagem terapêutica. Actualmente, antes da instituição de uma terapêutica em “cascata”, preconiza-se a descontinuação, se possível, de fármacos potencialmente causadores de obstipação. Posteriormente está preconizado o início da utilização de laxantes e, quando necessário, até mesmo associá-los. Na tentativa de uma maior eficácia terapêutica, têm sido desenvolvidos novos fármacos, dos quais destacamos o prucalopride (procinético), a lubiprostona e a linaclotida (agentes secretores). O prucalopride foi aprovado no tratamento da OCI, mas ainda não se encontra disponível em Portugal. A lubiprostona foi aprovada no tratamento da OCI e do Síndrome do Intestino Irritável com Obstipação (SII-O), porém, também não se encontra disponível em Portugal. A linaclotida foi aprovada para o tratamento da OCI (mas não na Europa) e da SII-O (na Europa, incluindo Portugal).

Descrição

Palavras-chave

Obstipação Doença crónica

Contexto Educativo

Citação

Rev Port Coloproctologia. 2016; 13(2): 31-35

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Editora

Sociedade Portuguesa de Coloproctologia

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