Publication
Comprimentos Axiais Extremos e Cálculo de Lentes Intraoculares com o IoImaster - Análise de 78 Olhos
dc.contributor.author | Silva, D | |
dc.contributor.author | Ramalho, M | |
dc.contributor.author | Pedrosa, C | |
dc.contributor.author | Coutinho, I | |
dc.contributor.author | Mota, M | |
dc.contributor.author | Lopes, A | |
dc.contributor.author | Pêgo, P | |
dc.contributor.author | Pinto, S | |
dc.contributor.author | Vendrell, C | |
dc.contributor.author | Prieto, I | |
dc.date.accessioned | 2017-07-07T10:15:10Z | |
dc.date.available | 2017-07-07T10:15:10Z | |
dc.date.issued | 2016 | |
dc.description.abstract | Objetivo: Avaliar a magnitude do erro das fórmulas usadas no cálculo de lentes intraoculares (SRKII, HofferQ, Holladayl, SRK-T) para comprimentos axiais extremos (<22mm e >26mm) e comparar o desempenho relativo destas fórmulas nos dois subgrupos. Métodos: Avaliaram-se retrospectivamente 78 olhos de 65 doentes, com biometria realizada no IolMaster*. Destes, 48 têm comprimento axial inferior a 22mm e 30 têm comprimento axial su- perior a 26mm. A refração prevista calculada pelas diferentes fórmulas foi comparada com a re- fração um mês após a cirurgia. Testou-se a correlação entre comprimento axial e erro verificado. Resultados: A refração final média foi 0,18+0,65D para comprimentos axiais inferiores a 22mm e -1,48+1,03D nos superiores a 26mm. O erro absoluto médio (diferença entre o cálculo de lente e refração final) para comprimentos axiais inferiores a 22mm foi menor na fórmula HofferQ, diferindo com significado estatístico da Holladayl (p=0,016), mas não da SRK-T (p=0,350). Para comprimentos axiais superiores a 26mm, o erro absoluto médio foi menor na fórmula SRK-T. Diferiu com significado estatístico da Holladayl (p=0,032), mas não da HofferQ (p=0,156). Houve correlação entre erro absoluto médio e comprimento axial em com- primentos axiais superiores a 26mm, para as fórmulas SRK-T (R=0,438, p=0,016), HofferQ (R=0,447, p=0,013) e Holladayl (R=0,386, p=0,035). Conclusão: A HofferQ tem o melhor desempenho nos comprimentos axiais menores que 22mm e a SRK-T nos superiores a 26mm. A comprimentos axiais sucessivamente mais extremos corresponde um aumento estatisticamente significativo do erro absoluto médio nos comprimentos axiais superiores a 26mm, mas não nos inferiores a 22mm. | pt_PT |
dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | pt_PT |
dc.identifier.citation | Oftalmologia. 2016 Jul-Set; 40(3): 207-212 | pt_PT |
dc.identifier.issn | 1646-6950 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.10/1897 | |
dc.language.iso | por | pt_PT |
dc.peerreviewed | yes | pt_PT |
dc.publisher | Sociedade Portuguesa de Oftalmologia | pt_PT |
dc.relation.publisherversion | http://revistas.rcaap.pt/index.php/oftalmologia/article/view/7508/7565 | pt_PT |
dc.subject | Lentes intraoculares | pt_PT |
dc.subject | Cirurgia da córnea a laser | pt_PT |
dc.title | Comprimentos Axiais Extremos e Cálculo de Lentes Intraoculares com o IoImaster - Análise de 78 Olhos | pt_PT |
dc.type | journal article | |
dspace.entity.type | Publication | |
oaire.citation.conferencePlace | Lisboa | pt_PT |
oaire.citation.endPage | 212 | pt_PT |
oaire.citation.startPage | 207 | pt_PT |
oaire.citation.title | Oftalmologia: Revista da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia | pt_PT |
rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
rcaap.type | article | pt_PT |