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Advisor(s)
Abstract(s)
objectivo: Relatar o estado refrativo em prematuros que desenvolveram retinopatia da prema-
turidade em estadio 3+ e que foram tratados na nossa instituição.
material e métodos: Estudo retrospetivo com 24 prematuros em que o tratamento foi de mono-
terapia Laser, monoterapia bevacizumab ou combinação de Laser + bevacizumab. Em nove pre-
maturos o tratamento num olho foi com monoterapia Laser e no outro olho foi com monoterapia
bevacizumab. Obteve-se a refração por esquiascopia após cicloplegia.
Resultados: Nos olhos tratados com monoterapia Laser (n=11) o equivalente esférico foi de -
4.55 D ± 5.68, nos olhos tratados com monoterapia bevacizumab (n=24) o equivalente esférico
foi de +0.92 D ± 1.86, nos olhos tratados com combinação de Laser e bevacizumab (n=10) o
equivalente esférico foi de -7.70 D ± 3.16. A diferença média do equivalente esférico entre a
monoterapia Laser e a monoterapia bevacizumab foi de 5.46 D (p < 0.01). A diferença média do
equivalente esférico entre a combinação de Laser e bevacizumab e a monoterapia bevacizumab
foi de 8.62 D (p < 0.01). Nos 9 prematuros com monoterapia Laser num olho e monoterapia
bevacizumab no outro olho, verificou-se que no olho que fez tratamento com Laser o equivalen -
te esférico foi de -3.89 D ± 5.71 e no olho que fez tratamento com bevacizumab o equivalente
esférico foi de +0.39 D ± 2.42, diferença média de 4.28 D (p=0.55).
Conclusões: Nos olhos que receberam tratamento com Laser verificou-se uma maior percenta -
gem de miopia e alta miopia do que nos olhos tratados com bevacizumab.
Description
Keywords
Criança Retinopatia da prematuridade Bevacizumab Terapêutica laser
Citation
Oftalmologia. 2016 Abr-Jun; 40(2):127-131
Publisher
Sociedade Portuguesa de Oftalmologia