Veríssimo, CMatos, TJerónimo, M2011-08-182011-08-182009Arq Maternidade Dr. Alfredo da Costa 2009;17(4):30-4.4592http://hdl.handle.net/10400.10/379Introdução: A pancreatite aguda apresenta, habitualmente, uma evolução clínica favorável e afecta 1:3333 grávidas. As principais etiologias são a coledocolitíase, hipertrigliceridémia e alcoolismo. Caso clínico: Uma multípara de 32 anos, 33 semanas de gestação e consumo crónico de 40g de álcool/dia recorreu ao Serviço de Urgência por dor epigástrica com irradiação em cinturão. O CTG e a ecografia obstétrica demonstraram evidência de sofrimento fetal e procedeu-se a uma cesariana. O recém-nascido tinha 1480g e índice de Apgar de 7-8. As análises pré-operatórias mostraram amilasémia de 512 U/L e PCR de 7,91 mg/dL. A puérpera foi submetida a TC abdominal que corroborou o diagnóstico de pancreatite aguda. Ocorreu melhoria clínica progressiva com terapêutica conservadora. Discussão: O envolvimento multidisciplinar é fundamental. A terapêutica deve ser escolhida individualmente, avaliando a gravidade do episódio, a idade gestacional, o compromisso fetal, a patologia materna associada e a experiência da unidade hospitalar.porPancreatiteGravidezPancreatite agudaDor abdominalAlcoolismoPancreatite aguda na gravidez: a propósito de um caso clínicojournal article