Veríssimo, CCampillo, JMatos, TCosta, ARocha, I2011-03-102011-03-102010Rev Port Cir Cardiotorac Vasc. 2010 April- June;17(2):123-129.0873–7215http://hdl.handle.net/10400.10/305Objectivos: Avaliar o complexo íntima-média(ClM)em grávidas hipertensas e determinar se um CIM aumentado está relacionado com o desenvolvimento da pré-eclâmpsia. Métodos:Elaborou-se um estudo prospectivo, descritivo e controlado na Unidade de Medicina Materno-Fetal de um hospital de nível II com apoio perintal direnciado. Durante seis meses, 48 grávidas aleatoriamente seleccionadas foram distribuidas por três grupos(A - grupo controlo, n=17; B- grupo de hipertensão gestacional n=l7; C- grupo de hipertensâo pré-gestacional). Todas as mulheres foram submetidas a entrevista clínica, exame objectivo, ecografia obstétrica, avaliação analítica, CTG e medição do CIM na parede distal de ambas as artérias carotidas comuns a 1 cm da bifurcação, pelo mesmo operador,de quem o diagnóstico foi ocultado, com recurso a ultrassonografia de alta definição e uma sonda linear de 7,5 MHz. O seguimento inclui o desfecho obstétrico e neonatal. Resultados: o CIM médio de 0,43mm com um desvio-padrão (dp) de 0,09 mm no grupo A; 0,52(dp=0,11), p=0,034 no grupo B; 0,58 (dp=0,11, p=2,3x10-4 no grupo C. Os resultados não foram estatisticamente diferentes nas grávidas hipertensas com e sem pré-eclâmpsia (0,52(dp:0,11)vs 0,57(dp=0,11),p=0,20). Conclusões: o CIM carotídeo, marcador validado de disfunção endotelial,encontra-se aumentado nos grupos B e C, embora não haja diferenças entre as grávidas hipertens com e sem pré-eclâmpsia.porHipertensãoGravidezPré-eclampsiaComplexo íntima-média e patologia hipertensiva associada à gravidez: um estudo prospectivojournal article