Gregório, A2013-12-102013-12-102013SESSÕES DE PARTILHA DE BOAS PRÁTICAS EM ENFERMAGEM. Serviço de Pediatria, Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais e Pediátricos, Amadora, 3 de Dezembro de 2013http://hdl.handle.net/10400.10/1038Um recém-nascido passa cerca de 20h por dia a dormir, sendo esse um período primordial para a continuação do desenvolvimento cerebral que se iniciou na vida fetal. A importância de respeitarmos e promovermos períodos de sono calmo ao recém-nascido sobrepõe-se muitas vezes a cuidados que prestamos repetidamente ao bebé. Nestas situações o estabelecimento de prioridades face às necessidades do recém-nascido, dando ao sono e repouso a relevância que lhe é inerente, é da responsabilidade do enfermeiro. Entre muitas variáveis que influenciam o sono do recém-nascido, os níveis de luz e ruído a que o bebé é submetido quando internado numa Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais (UCIN), são as que atualmente se encontram melhor documentadas. Qualquer recém-nascido, mesmo os mais prematuros, demonstra alterações do seu comportamento e da sua estabilidade hemodinâmica face a altos níveis de luz e ruído. As consequências a curto e a longo prazo já conhecidas do ambiente da UCIN no desenvolvimento do recém-nascido devem influenciar diariamente a prestação de cuidados da vasta equipa que cuida destes bebés. Pretendemos transmitir as práticas desenvolvidas na Unidade de Cuidados Intensivos e Especiais Neonatais do Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca que visam promover o desenvolvimento do recém-nascido, nomeadamente as que estão relacionadas com a promoção do sono e repouso deste. Pretendemos ainda apresentar o projeto desenvolvido na Unidade, relativo ao planeamento, implementação e monitorização de cuidados durante a “Hora da sesta”.porRecém-nascidoSonoPromoção do sono do recém-nascidoconference object