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Insuficiência hepática aguda

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Acta Med Port 2009, 22, 809-820.pdf249.03 KBAdobe PDF Ver/Abrir

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Resumo(s)

Introdução: Define-se como insuficiência hepática aguda o desenvolvimento rápido de falência hepática em indivíduos sem doença hepática prévia ou com doença hepática crónica compensada. Etiologia: É variada e é o principal indicador do prognóstico, pelo que a sua rápida identificação é vital. Avaliação inicial e diagnóstico: Atendendo a uma possível progressão para falência multiorgânica é necessário o internamento destes doentes numa Unidade de Cuidados Intensivos. A primeira abordagem terapêutica inclui medidas intensivas de suporte até determinar a etiologia exacta, para um tratamento dirigido. Para além da encefalopatia porto-sistémica podem ocorrer um conjunto de complicações sistémicas responsáveis pela alta morbilidade e mortalidade desta entidade e que exigem uma vigilância e terapêutica rigorosas. Os sistemas artificiais de suporte hepático são alternativas de tratamento ainda em estudo e sem influência comprovada a longo prazo, sendo o transplante hepático a terapêutica final. Atendendo às limitações inerentes a este procedimento, a sua decisão depende de um prognóstico correcto baseado em vários modelos estatísticos de previsão.

Descrição

Palavras-chave

Insuficiência hepática aguda

Contexto Educativo

Citação

Acta Med Port. 2009; 22: 809-820

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Editora

Ordem dos Médicos

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