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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Introdução: O componente afectivo da dor
incorpora uma gama variada de emoções,
primariamente negativas em termos de qualidade. Foi tradicionalmente conferido um
grande destaque ao papel da depressão e da
ansiedade na dor crónica. Mais recentemente,
o foco tem sido dirigido para a hostilidade
e a raiva, como componentes fundamentais
da experiência emocional da dor crónica.
Objectivo: As autoras propõem-se fazer
uma reflexão sobre a relevância da hostilidade e da raiva na dor crónica. Foi realizada uma revisão da literatura sobre o tema em questão.
Discussão: Doentes com diversas perturbações
de dor crónica caracterizam-se por níveis
elevados dos traços raiva e hostilidade.
Por outro lado, o modo como a raiva é gerida
(anger management style), principalmente
a tendência marcada para suprimir ou expressar sentimentos de raiva, constitui um
determinante de particular importância da
gravidade da dor crónica.
Conclusão: A hostilidade e a raiva estão
implicadas no desenvolvimento, manutenção
e tratamento da dor crónica. A clarificação
da sua relação com a dor crónica e dos mecanismos através dos quais estas
emoções são expressas ou suprimidas assumem
particular importância, nomeadamente
na procura de uma maior eficácia
dos tratamentos.
Descrição
Palavras-chave
Dor crónica Raiva Hostilidade
Contexto Educativo
Citação
Psilogos. 2012; 10(1): 9-18
Editora
Serviço de Psiquiatria do Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.E
