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Ainda há lugar para a revascularização ultradistal na era endovascular? A propósito de 2 casos clínicos

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Angiol Cir Vasc. 2014 10(4) 180-185.pdf1.42 MBAdobe PDF Ver/Abrir

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Resumo(s)

A cirurgia endovascular tem actualmente um papel preponderante no tratamento de doentes com isquemia crítica (IC) por doença do sector tíbio-peronial, reduzindo substancialmente o número de procedimentos de revascularização aberta. No entanto, quando não é possível a abordagem endovascular ou na sua falência e existindo um padrão apropriado, podemos considerar a cirurgia de bypass distal ou ultradistal como uma alternativa válida na salvação do membro em doentes seleccionados? Apresentam-se neste artigo os casos de 2 doentes com isquemia crítica em que, pela ineficácia ou falência do tratamento endovascular inicial, foi efectuada uma cirurgia de revascularização ultradistal com salvação do membro.

Descrição

Palavras-chave

Isquémia Membros inferiores Procedimentos cirúrgicos vasculares

Contexto Educativo

Citação

Angiol Cir Vasc. 2014;10(4):180-185

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Fascículo

Editora

Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular

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