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Os profissionais da saúde e a doação/transplante

dc.contributor.authorGomes, A
dc.contributor.authorDomingues, A
dc.contributor.authorFernandes, A
dc.date.accessioned2014-05-07T14:46:09Z
dc.date.available2014-05-07T14:46:09Z
dc.date.issued2013
dc.description.abstractIntrodução: A formação sobre os temas de doação e transplante é reconhecidamente decisiva para que os profissionais de saúde participem e se sintam integrados nestas actividades. Para que a formação seja adequada às características e expectativas dos profissionais alvo, é importante conhecer a realidade de cada hospital e avaliar o impacto das formações decorridas. Nesse sentido, a CHD do HFF levou a efeito um inquérito entre os médicos e enfermeiros, cujos resultados são avaliados no presente trabalho. Metodologia: A uma população de 532 médicos e 752 enfermeiros, foi solicitado o preenchimento de um inquérito com os seguintes objectivos: caracterizar a população de profissionais de saúde, avaliar formação prévia e grau de importância atribuídos às actividades de doação e transplante enquanto profissionais de saúde e grau de conhecimento acerca dos elementos e da actividade da CHD. Resultados: Maior participação no inquérito pelos enfermeiros (67.6% vs 30.4%), franco predomínio de profissionais do sexo feminino (70.7% vs 29.3%), dos grupos etários mais jovens (46.8% com menos de 30 anos) e com menor tempo de exercício profissional (38.4% com menos de 5 anos). Menos formação prévia para os enfermeiros (21.1% vs 30.8%); a proporção de médicos que se considera bem informada é superior (42.9% vs 28.95%) mas não há diferença estatisticamente significativa entre os dois grupos profissionais quanto ao facto de se sentirem ou não envolvidos nestas actividades e na importância que dão à formação nestes temas. Ao maior tempo de exercício profissional associou-se maior grau de informação e envolvimento: entre os que têm menos de 10 anos de exercício, apenas 1/3 se sente envolvido nesta actividade Para ambos os grupos o conhecimento dos elementos e das actividades da CHD são limitados, embora os mais jovens, com menos de 5 anos de tempo de exercício profissional, sejam os que mais desconhecem. Discussão e conclusão: Apesar dos esforços desenvolvidos pela CHD do HFF no sentido de divulgar e formar os profissionais de saúde sobre doação e transplante nos últimos 4 anos, o conhecimento global da sua actividade e o envolvimento que médicos e enfermeiros sentem em relação a ela está abaixo das expectativas. Os conhecimentos que os profissionais têm parecem ser adquiridos ao longo da sua vida profissional. A ausência de formação dos mais jovens é notória, o que leva a considerar a formação pré-graduada nestes grupos como uma mais valia para a divulgação e sensibilização sobre doação. Os resultados deste inquérito serão de grande importância para adequar os conteúdos e métodos de formação sobre doação e transplante aos profissionais de saúde do HFF.por
dc.identifier.citationJORNADAS DE COLHEITA DE ORGÃOS E TRANSPLANTAÇÃO EM PORTUGAL, 2, Lisboa, 24 e 25 de Outubro de 2013por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.10/1155
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherGabinete Coordenador de Colheita e Transplantação do Hospital S. José, Centro Hospitalar Lisboa Central, EPEpor
dc.subjectTransplante de orgãospor
dc.subjectColheita de tecidos e orgãospor
dc.subjectPortugalpor
dc.titleOs profissionais da saúde e a doação/transplantepor
dc.typeconference object
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapor
oaire.citation.titleJORNADAS DE COLHEITA DE ORGÃOS E TRANSPLANTAÇÃO EM PORTUGALpor
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