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Traumatismo hepático: tratamento ao longo de uma década

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Introdução: O tratamento do traumatismo hepático tem evoluído ao longo dos anos. A abordagem conservadora é o gold standard. O desenvolvimento das técnicas minimamente invasivas, como a angiografia, CPRE e drenagem percutânea guiada por imagem permitiu o tratamento das complicações desta abordagem. Objectivo: Avaliar os resultados do tratamento dos doentes com traumatismo hepático. Metodologia: Estudo longitudinal retrospetivo dos doentes com traumatismo hepático entre 2000 e agosto de 2012. Resultados: Foram estudados 90 doentes, com uma média de idades de 34,3 [16-93] anos e predomínio do sexo masculino. As causas mais frequentes foram acidentes de viação (40,0%), feridas por arma branca (18,9%) e feridas por arma de fogo (15,6%). Verificaram-se 73,3% lesões hepáticas minor (Grau < 3) e 26,7% lesões hepáticas major (Grau > 3). O tratamento conservador foi utilizado em 56,7% dos casos. As indicações para o tratamento cirúrgico foram traumatismo abdominal aberto (66,7%), lesão de outro órgão intra-abdominal (64,1%) e a instabilidade hemodinâmica (23,1%). Foram utilizadas técnicas minimamente invasivas em 11,1% dos casos. Morbilidade global 11,1% e mortalidade 3,3%. Discussão/conclusão: O número de casos tratados cirurgicamente foi elevado, apesar de ter diminuído ao longo dos anos. Esta percentagem poderá ser justificada pelo elevado número de casos de traumatismo abdominal aberto. Outra indicação para o tratamento cirúrgico foi a presença de outra lesão intra-abdominal.

Descrição

Palavras-chave

Traumatismos abdominais Traumatismo hepático

Contexto Educativo

Citação

CONGRESSO NACIONAL DA SOCIEDADE PORTUGUESA DE CIRURGIA, 33, Lisboa, 3 a 5 de Março de 2013

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Editora

Sociedade Portuguesa de Cirurgia

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