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Adenocarcinoma primário do duodeno

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Resumo(s)

O adenocarcinoma primário do duodeno é raro, representando apenas 0,5% de todas as neoplasias intestinais. Contudo, é no duodeno que surgem 65% de todos os adenocarcinomas do intestino delgado, sendo a sua localização preferencialmente periampular. Devido à natureza inespecífica e insidiosa dos sintomas, a maioria dos doentes apresenta doença avançada (estágios III ou IV) na altura do diagnóstico. Não existe nenhum método complementar de diagnóstico com supremacia inequívoca na deteção de adenocarcinoma primário do duodeno. A endoscopia digestiva alta tem a vantagem de recolher material para estudo histológico, mas apresenta limitações na deteção de lesões distais. Os estudos baritados e a tomografia computorizada apresentam sensibilidades aceitáveis, porém estudos preliminares realizados com a entero-TC e a entero-RM mostram a superioridade destes métodos. O diagnóstico diferencial inclui outros tumores malignos primários do duodeno: carcinóides, GISTs e linfomas, bem como lesões benignas, lesões metastáticas e invasão local por tumores malignos de órgãos adjacentes.

Descrição

Palavras-chave

Neoplasias do duodeno Diagnóstico diferencial Tomografia computorizada Ressonância magnética nuclear

Contexto Educativo

Citação

JORNADAS TEMÁTICAS DA SOCIEDADE PORTUGUESA DE RADIOLOGIA E MEDICINA NUCLEAR, 7, Coimbra, 9 a 11 de Novembro de 2011

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

Sociedade Portuguesa de Radiologia e Medicina Nuclear

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