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Consulta de Psicoimunologia – Um Estudo sobre Comorbilidade

dc.contributor.authorMarinho, M
dc.contributor.authorMarques, J
dc.contributor.authorEsteves, M
dc.contributor.authorRoma-Torres, A
dc.contributor.authorBragança, M
dc.date.accessioned2017-05-29T14:15:55Z
dc.date.available2017-05-29T14:15:55Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractIntrodução: Os doentes VIH-positivos notificados apresentam taxas de prevalência superiores à população geral para a maioria das perturbações mentais, com valores atingindo os 30 a 60%. Objetivos: Caracterizar a população que é referenciada à consulta de Psiquiatria-Psicoimunologia; explorar a possível relação entre o diagnóstico psiquiátrico e as restantes variá- veis em estudo; assim como a possível associa- ção do tratamento antirretrovírico e da coinfe- ção pelo VHC com variáveis sociodemográficas e clínicas. Métodos: Selecionámos os doentes VIH-positivos referenciados pela primeira vez à consulta de Psiquiatria-Psicoimunologia, entre janeiro de 2012 e julho de 2015. A informação necessária acerca dos mesmos foi recolhida através do processo clínico em suporte informático. A análise estatística foi efetuada utilizando o programa de análise estatística Statistical Package for Social Sciences©, versão 20. Resultados: A amostra continha 209 doentes, com uma mediana de idades de 43 anos, maioritariamente homens, com quatro anos de escolaridade, solteiros, profissionalmente inativos, infetados via comportamento heterossexual. Porém, verificámos diferenças estatisticamente significativas entre sexos para as últimas três variáveis. A maior parte encontrava-se sob tratamento antirretrovírico, sem diferenças significativas entre sexos. Na primeira consulta, 29,0% e 30,1% apresentavam, respetivamente, consumo de substâncias e coinfeção pelo VHC, com predomínio significativo nos homens. Mais de metade tinha antecedentes psiquiátricos, e os sintomas depressivos e a perturbação de adaptação à doença constituíram, respetivamente, o motivo de referenciação e o diagnóstico psiquiátrico mais frequente, em ambos os sexos. A coinfecção pelo VHC correlacionou-se de forma estatisticamente significativa com as variáveis sexo, situação ocupacional, via de transmissão da infeção, história psiquiátrica e consumo de álcool e/ou drogas ilícitas. O mesmo aconteceu entre o diagnóstico psiquiátrico e as variáveis tempo de notificação da infeção, consumo de álcool e/ou drogas e coinfeção pelo VHC.Conclusões: Ao longo do curso da infeção, estes doentes deparam-se frequentemente com múltiplos stressores que podem torná-los mais vulneráveis ao adoecimento psíquico. A disponibilidade de uma assistência psiquiá- trica eficaz revela-se, portanto, crucial, sendo necessário o aumento de investigação futura nesta área.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationPsilogos. 2016; 14(1): 8-23pt_PT
dc.identifier.issn2182-3146
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.10/1856
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherHospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.Ept_PT
dc.relation.publisherversionhttp://revistas.rcaap.pt/psilogos/article/view/8491/8952pt_PT
dc.subjectPsiconeuroimunologiapt_PT
dc.subjectConsultapt_PT
dc.subjectInfecção por HIVpt_PT
dc.titleConsulta de Psicoimunologia – Um Estudo sobre Comorbilidadept_PT
dc.title.alternativePsychoimmunology Consultation - A Study on Comorbiditypt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceAmadorapt_PT
oaire.citation.titlePsilogos: Revista do Serviço de Psiquiatria do Hospital Fernando Fonsecapt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT

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