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Incontinência urinária de esforço no Século XX: teorias e cirurgias revisitadas

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A incontinência urinária de esforço (IUE) teve, no último século, uma evolução notável na compreensão da sua fisiopatologia e nos tratamentos cirúrgicos realizados. Desde os trabalhos de Howard Kelly na IUE após o parto, em que foi introduzido o conceito do colo vesical aberto como um mecanismo fisiopatológico da incontinência, desenvolveram-se várias teorias com suporte anátomo-clínico cada vez mais exaustivo, nomeadamente as teorias da transmissão das pressões intra-abdominais de Goran Enhorning, a teoria integral de Papa Petros e mais recentemente a teoria do Trampolim de Firouz Daneshgari. Esta acumulação de conhecimentos contribuiu para a compreensão da IUE e suportou as cirurgias realizadas, tendo estas tido várias abordagens, nomeadamente a via vaginal com a plicatura do colo e as várias cérvico-suspensões, passando pela via abdominal com a cervico-uretropexia de Marshall, Marchetti e Krantz, a cervicopexia de John Burch e o sling pubovaginal. Actualmente utiliza-se a via vaginal colocando próteses na uretra média, o Tension-free Vaginal Tape - TVT®, o Transobturator tape - TOT® e o TVT-Obturator System - TVT-O®, popularizados por Ulf Ulmsten, Emmanuel Delorme e De Leval, respectivamente. Faz-se uma breve revisão cronológica dos principais conceitos, teorias e cirurgias aplicadas, destacando os seus autores e contribuições mais relevantes.

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Incontinência urinária de esforço

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Acta Urol. 2011; 29(1): 28-36

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Associação Portuguesa de Urologia

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