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Ventilação não invasiva na insuficiência respiratória aguda na bronquiolite por vírus sincicial respiratório

dc.contributor.authorNizarali, Z
dc.contributor.authorCabral, M
dc.contributor.authorSilvestre, C
dc.contributor.authorAbadesso, C
dc.contributor.authorNunes, P
dc.contributor.authorLoureiro, H
dc.contributor.authorAlmeida, HI
dc.date.accessioned2015-07-01T15:03:01Z
dc.date.available2015-07-01T15:03:01Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractObjetivos: Analisar se a ventilação não invasiva diminui a necessidade de intubação endotraqueal e se alterou a evolução clínica, relativamente a com- plicações infecciosas, da bronquiolite por vírus sincicial respiratório com insu- ficiência respiratória. Metodos: Estudo retrospectivo de coortes: cohorte A, de crianças interna- das na unidade de cuidados intensivos e especiais pediátrica antes da introdução da ventilação não invasiva (2003-2005); cohorte B, de crianças internadas após a introdução de ventilação não invasiva (2006-2008). Excluindo a ventilação não invasiva, a terapêutica de suporte foi igual nos dois grupos. Foram incluídas crianças com o diagnóstico de bronquiolite por vírus sincicial respiratório e insuficiência respiratória entre novembro 2003 e mar- ço 2008. Analisaram-se variáveis demo- gráficas, clínicas e gasimétricas. Resultados: Incluídas 162 crianças, 75% com idade <3 meses. Grupo A: 64 crianças; Grupo B: 98 (34 necessitaram de ventilação não invasiva). Ambos os grupos apresentaram distribuição seme- lhante relativamente à idade, anteceden- tes de prematuridade, cardiopatia congé- nita, paralisia cerebral e doença pulmo- nar crónica. Na admissão, os valores da gasimetria e o número de apneias não apresentaram diferenças estaticamente significativas nos dois grupos. No Grupo B, o número de crianças que necessitou de ventilação invasiva foi menor (Gru- po A: 12 versus Grupo B: 7; p=0,02), verificando-se uma diminuição do nú - mero de casos de pneumonia bacteriana (Grupo A:19/64 versus Grupo B:12/98; p=0,008). Não se registou mortalidade. Conclusão: Neste trabalho, compa- rando crianças com a mesma patologia, antes e depois da introdução de ventila- ção não invasiva como apoio ventilatório inicial, verificou-se diminuição das com - plicações infecciosas e da necessidade de entubação.por
dc.identifier.citationRev Bras Ter Intensiva. 2012 Dec;24(4):375-380por
dc.identifier.issn1982-4335
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.10/1447
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherAssociação de Medicina Intensiva Brasileirapor
dc.relation.publisherversionhttp://www.scielo.br/pdf/rbti/v24n4/a14v24n4.pdfpor
dc.subjectCriançapor
dc.subjectBronquiolitepor
dc.subjectVírus sincial respiratóriopor
dc.subjectVentilação não invasivapor
dc.titleVentilação não invasiva na insuficiência respiratória aguda na bronquiolite por vírus sincicial respiratóriopor
dc.title.alternativeNoninvasive ventilation in acute respiratory failure from respiratory syncytial virus bronchiolitispor
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceRio de Janeiropor
oaire.citation.endPage380por
oaire.citation.startPage375por
oaire.citation.titleRevista Brasileira de Terapia Intensiva.por
oaire.citation.volume24por
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typearticlepor

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