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Resumo(s)
A história das classificações psiquiÔtricas norte-americanas ilustra o percurso classificatório que se iniciou nos anos 60 a partir do
caos em que estava imersa a questão do diagnóstico. Os dois primeiros sistemas (DSM-I e
DSM-II) estavam influenciados pela escola
psicoanalĆtica. Após a introdução do DSM-III
em 1980 emergiu o paradigma neo-Kraepeliniano e o modelo mƩdico de doenƧa. Apesar de
ter introduzido um maior rigor na definição
e descrição das entidades nosológicas, revelou
as suas limitaƧƵes em termos da validade. As
criticas a este paradigma levaram à argumentação de que o sistema classificativo mostrava
sintomas de crise num sentido Kuhniano e,
por este motivo poderia ter chegado o momento de uma revolução paradigmÔtica. A revisão
do DSM-IV e a implementação do DSM-5 em
2013 mostraram que este objectivo Ʃ, por enquanto, inalcanƧƔvel. O resultado final Ʃ um
sistema āhĆbridoā que jĆ” demonstrou a sua vulnerabilidade tal o nĆvel de crĆtica e refutação em curso
Descrição
a) Baseado num trabalho apresentado oralmente no 7º Simpósio do Serviço de Psiquiatria do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca EPE, que teve lugar a 10 e 11 de Março de 2017.
Palavras-chave
Sistemas de classificação Psiquiatria
Contexto Educativo
Citação
Psilogos. 2017; 15(1): 8-10
Editora
Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.E.
