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Advisor(s)
Abstract(s)
Para o diagnóstico radiológico das patologias
ginecológicas é essencial conhecer e compreender
as indicações dos vários exames disponíveis e,
para cada achado radiológico, integrar a idade,
o contexto clínico e a história pregressa da
doente. A Ressonância Magnética (RM) tem hoje
um papel crucial no diagnóstico das doenças
ginecológicas. Contudo, para maximizar o
potencial desta técnica é imprescindível adequar
o protocolo utilizado a cada caso e a cada doente
e ter em conta algumas regras imprescindíveis
à interpretação dos exames, que descreveremos
neste artigo.
A RM ginecológica é principalmente útil no
estadiamento do carcinoma do colo do útero
e do endométrio, podendo por vezes ser
também útil na sua detecção, na avaliação da
resposta ao tratamento, detecção da recidiva ou
complicações e na avaliação de lesões anexiais
de natureza indeterminada na ecografia. Nas
doenças benignas é frequentemente usada na
avaliação pré-terapêutica de leiomiomas uterinos,
bem como na adenomiose e na endometriose.
Em muitas destas situações há potenciais erros
e pitfalls, para os quais o médico radiologista
deve estar alerta, de forma a minimizar eventuais
falhas diagnósticas ou erros de estadiamento.
Description
Keywords
Pelvis Ressonância magnética nuclear Estadiamento de neoplasia
Citation
Acta Radiol Port. 2015; 27(105): 27-41
Publisher
Sociedade Portuguesa de Radiologia e Medicina Nuclear