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Trabeculectomia modificada (Moorfields Safer Surgery - MSS): estudo da estabilidade do segmento anterior com pentacam

dc.contributor.authorSantos, C
dc.contributor.authorVaz, F
dc.contributor.authorRamalho, M
dc.contributor.authorPedrosa, C
dc.contributor.authorCoutinho, I
dc.contributor.authorMota, M
dc.contributor.authorLisboa, M
dc.contributor.authorKaku, P
dc.contributor.authorMelo, A
dc.date.accessioned2015-11-17T15:24:13Z
dc.date.available2015-11-17T15:24:13Z
dc.date.issued2015
dc.description.abstractObjetivo: Estudar eventuais alterações na câmara anterior (CA) objectivadas com câmara de Scheimpflug (Oculus – Pentacam®) por comparação do olho a ser operado e/ou adelfo com as alterações obtidas no pós-operatório precoce após a realização de trabeculectomia segundo uma técnica modificada – Moorfields Safer Surgery (Trab MSS). Métodos: Trab MSS – Realizou-se trabeculectomia com flap conjuntival de base fórnix, dissecção da conjuntiva alargada, área de aplicação de mitomicina extensa, utilização de estabilizador de CA com infusão contínua de solução salina equilibrada (BSS), esclerostomia padronizada com punch e combinação de suturas fixas e ajustáveis/removíveis, em 12 olhos de 12 doentes consecutivos. As principais variáveis avaliadas antes da cirurgia e no dia 1 (D1), semana 1 (S1) e mês 1 (M1) foram: pressão intraocular (PIO), volume da câmara anterior (VCA) e profundidade da câmara anterior(PCA). Fatores de exclusão: cirurgia prévia da catarata ou glaucoma, anisometropias superiores a 1,00 dioptria (D) e erro refractivo superior a -5,00 ou + 4,00D de esfera ou 2,00D de cilindro. Resultados: A PIO pré-operatória foi de 31,3+7,27mmHg, 7, 6+2,8mmHg em D1, 7, 9+1,6mmHg em S1, e 12,2+3,0mmHg em M1. As diferenças encontradas em relação ao VCA pré-operatório foram: 18,0+8,72mm3 (11,93% p=0,065) em D1, 18,71+3,8mm3 (11,44%, p=0,003) em S1, 1,2+7,6mm3 (0,74%, p=0,879) em M1. Em relação à PCA: 0,17+0,3mm (6,01%, p=0,622) em D1, 0,15+0,17mm (5,15%, p=0,41) em S1, e 0,03+0,3mm (0,74%, p=0,915) em M1. Conclusões: Os resultados obtidos neste estudo indicam que a Trab MSS está associada a pequenas variações dos parâmetros do segmento anterior, e que consequentemente esta técnica está associada a uma relativa estabilidade do mesmo. Tal facto parece conferir a esta técnica um melhor perfil de segurança quando comparada com a trabeculectomia convencional.
dc.identifier.citationOftalmologia. 2015 Jan-Mar; 39(1): 31-35pt_PT
dc.identifier.issn1646-6950
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.10/1546
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherSociedade Portuguesa de Oftalmologiapt_PT
dc.relation.publisherversionhttp://www.spoftalmologia.pt/wp-content/uploads/revista_n1_2015/index.html#30pt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_PT
dc.subjectGlaucomapt_PT
dc.subjectTrabeculectomiapt_PT
dc.subjectProcedimentos cirúrgicos oftalmológicospt_PT
dc.subjectTécnicas de suturapt_PT
dc.titleTrabeculectomia modificada (Moorfields Safer Surgery - MSS): estudo da estabilidade do segmento anterior com pentacampt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapt_PT
oaire.citation.endPage35pt_PT
oaire.citation.startPage31pt_PT
oaire.citation.titleOftalmologia: Revista da Sociedade Portuguesa de Oftalmologiapt_PT
oaire.citation.volume39pt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT

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