Publication
Terapia transfusional e drepanocitose: a nossa experiência
dc.contributor.author | Costa, C | |
dc.contributor.author | Barradas, A | |
dc.contributor.author | Barra, A | |
dc.contributor.author | Pereira, F | |
dc.contributor.author | Soares, L | |
dc.contributor.author | Simões, A | |
dc.contributor.author | Venâncio, B | |
dc.date.accessioned | 2012-09-24T09:25:58Z | |
dc.date.available | 2012-09-24T09:25:58Z | |
dc.date.issued | 2009 | |
dc.description | 3º prémio do Concurso de Posters | |
dc.description.abstract | Introdução: A drepanocitose é a mais comum das hemoglobinopatias. O objectivo principal da terapia transfusional nesta patologia é prevenir os acidentes vasculares, melhorar a perfusão tecidular e tratar as complicações da anemia. Contudo, o risco de alo imunização é uma limitação bem conhecida da terapia transfusional. Desde 2007 que no nosso serviço tem vindo a ser feito um trabalho de vigilância mais apertada destes doentes. Pretendemos com este estudo partilhar a nossa experiência na transfusão de doentes com drepanocitose. MATERIAL E MÉTODOS: Os dados foram colhidos entre: Janeiro de 2007 e Janeiro de 2009. Estudaram-se 36 doentes com drepanocitose que necessitaram de receber transfusão de CE, 15 do sexo feminino e 21 do sexo masculino com idades entre os 3 e os 38 anos (média: 17 anos). Todos eles de raça negra. Para transfundir estes doentes foi seguido um protocolo preestabelecido. Transfundimos estes doentes com CE de 121 dadores compatíveis, previamente estudados. Os estudos laboratoriais incluíram: HbS, os fenótipos ABO, Rh e fenotipagem alargada, DAT e IAT. RESULTADOS: Foram realizadas a estes doentes no período acima descrito 423 transfusões de CE. Em média, cada doente recebeu 11,75 CE. O doente com maior número de transfusões fez 21 unidades de CE (não tendo desenvolvido alo anticorpos). O estudo laboratorial pré-transfusional identificou anticorpos em 4 doentes, 2 anticorpos anti-E, 1 anti-Le e 1 inconclusivo. CONCLUSÃO: No estudo realizado, todos os doentes em que se encontraram anticorpos já tinham sido transfundidos anteriormente noutras instituições. Não encontramos alo imunizações nos doentes exclusivamente transfundidos pelo nosso serviço. A nossa experiência em transfundir doentes com drepanocitose demonstra que a compatibilização de unidades de CE para os antigénicos C, E, Kidd e Dulfy (fenotipagem alargada) reduz significativamente a alo imunização. Daí a importância de termos um ficheiro de dadores na urgência com fenotipagem alargada. | por |
dc.identifier.citation | CONGRESSO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE IMUNOHEMOTERAPIA, 7, Tomar, 8 e 9 de Outubro de 2009 | por |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.10/706 | |
dc.language.iso | por | por |
dc.peerreviewed | yes | por |
dc.publisher | Associação Portuguesa de Imunohemoterapia | por |
dc.subject | Anemia falciforme | por |
dc.subject | Transfusão de sangue | por |
dc.title | Terapia transfusional e drepanocitose: a nossa experiência | por |
dc.type | conference object | |
dspace.entity.type | Publication | |
oaire.citation.conferencePlace | Tomar | por |
oaire.citation.title | CONGRESSO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE IMUNOHEMOTERAPIA, 7 | por |
rcaap.rights | openAccess | por |
rcaap.type | conferenceObject | por |
Files
Original bundle
1 - 1 of 1
Loading...
- Name:
- Cartaz_Terapia transfusional_drepanocitose_nossa experiencia_ Tomar_2009.pdf
- Size:
- 177.73 KB
- Format:
- Adobe Portable Document Format
License bundle
1 - 1 of 1
No Thumbnail Available
- Name:
- license.txt
- Size:
- 1.71 KB
- Format:
- Item-specific license agreed upon to submission
- Description: